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Kellen e Roberto

A verdade é que eu amei fazer esse ensaio.Também não é para menos. Um casal jovem como eles e com uma alegria contagiante, dá até gosto de fotografar.

Após um longo período fora de cena, cá estou novamente retomando meus caminhos na fotografia. Uma fotografia tímida,  mas uma fotografia do tamanho da minha vontade. Uma vontade aflorada por amigos queridos, e por braços que muitas vezes me carregam no colo, to falando da Gingold.

Enfim, esse é meu primeiro trabalho após uma onda de introspecção francamente necessária, onde eu pude pensar um pouco sobre  imagem, sensibilidade e por que não equipamento?  Como podem ver existem coisas que embora nos fragmentem  a ponto de nos acharmos espalhadas feito caco, tem o poder de nos fazer inteiros a medida que cada fragmento encontra seu lugar em nós.

Desejo que possam ser felizes como eu, quando vi cada imagem a seguir!

Fiquem a vontade!!!

No último domingo, dia 27 de novembro, fiz um ensaio fotográfico da Samantha e do Wesley, um casal de amigos que se casam em janeiro de 2012. Meu primeiro trabalho na fotografia depois de uma licençade praticamente de 1 ano sem assinar nada , pois o ofício de mãe foi gritante. Agora, nova e cheia de vida, pingando em uma superfície densa, venho através da imagem mostrar a que vim.

Em breve o ensaio completo !

Buscando motivos para continuar escrevendo, esquecendo os erros no português e na vida, procuro uma razão para não deixar cair da mão a pena. Música, literatura, fotografia, foco.

Um olhar acima! Ela me mostra como e olhar assim.

 

 

[Re] invento meu blog assim, falando de “Colheres”, o mais novo filme da minha querida amiga Bia Lelles. As gravações foram nesse último final de semana, 9, 10 e 11 de setembro e mobilizou um pessoal muito motivado e interessado nesse universo cinematográfico fascinante.

É minha gente, o cinema em Rio Preto é uma realidade.  Poucas pessoas compreendem isso , considerando cinema somente aquilo que Hoolywood produz.  

Para saber mais acesse o blog do filme: http://curtacolheres.wordpress.com

Abaixo umas fotos que fiz nas MINHAS horas vagas das gravações rs!

Dias 25, 26 e 27 de março, acontecerá a SEXTA SEMANA DO HIP HOP de São José do Rio Preto, um evento organizado para divulgar a cultura Hip Hop.

Com apoio da Umes, o evento será realizado no CENTRO CULTURAL VASCO  que fica na rua São João, 1840, no  bairro Boa Vista em São José do Rio Preto.

Não perca !

Começa hoje, 25 de fevereiro no Shopping Plaza Avenida em São José do Rio Preto, a exposição fotográfica organizada por Nathy Silva idealizadora do Click Rolé – Grupo de fotógrafos riopretenses, ”Elas por Elas”.

O objetivo da exposição é mostrar através de sete olhares femininos, a essência da mulher, com toda  graça, fragilidade, garra e força. O time de fotógrafas é composto por 7 mulheres : Nathy Silva, Bia Lelles, Nathalie Gingold, Flávia Carvalho, Sandra Pinheiro, Simone Marques e Gianda Oliveira.

A exposição estará aberta do dia 25 de janeiro ao dia 13 de março.

 

Bem, eu só demorei um ano para postar esse ensaio! É um ano. O nome disso? INSEGURANÇA! Sim insegurança quanto à qualidade do meu trabalho. Pô. Tenho que ser sincera, já que esse, embora seja um espaço onde eu exponha meus trabalhos é também um espaço pessoal.

Hoje olhando as fotos da Luana, me perduntei: Por que não?

Conheci Luana Lisboa por intermédio da mãe dela, minha querida amiga Eldimara. Trabalhamos juntas. Logo ao conhecer a Luana percebi uma personalidade forte, alma de guerreira e com certeza filha protegida de São Jorge, oração que está lá no perfil do seu orkut.

Sincera, verdadeira, não deixa nada para depois, e isso faz dela uma pessoa transparente que não se recua diante da vida, embora a pouca idade.

O ensaio é inspirado em um dos maiores Gangster da história, Al Capone. O figurino e o tema foram escolhidos por ela com ajuda da Eldimara sua mãe e melhor amiga. A maquiagem foi feita por Natália Frezarin, luz e produção Valmir Mandeli e Felipe Carvalho, não preciso dizer quem fez as fotos não é mesmo?

O espaço utilizado foi o extinto bar Toma Rock. Os elementos usados foram todos de autorização dos pais de Luana que estavam presentes no ensaio e a quem dedico meus agradecimentos especiais, obrigado Eldimara e Marcos.

A energia foi fantástica, todos muito atenciosos. Nos primeiros momentos é complicado pois não existe ainda familiarização entre a fotógrafa, a modelo e o ambiente. Mas logo a inibição passou, e isso podemos ver claramente nas fotos. Luana interpretou muito bem a personagem dando vida e impressões diferentes. No fim, nem vimos a hora passar, só parei porque acabou a bateria da camera!

Parabéns e obrigado a todos !

“Música do Brasil”

O Assunto Hoje e Música, e mais especificamente música brasileira. O Jornal Folha de São Paulo lançou, uma Coleção Chamada RAÍZES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA. São 25 Livros / CDs semanais dos maiores cantores e compositores brasileiros, entre eles Noel Rosa, Cartola, Adoniran Barbosa, Pixinguinha, Luiz Gonzaga e muitos outros

Vale a pena fazer a coleção. Já está no terceiro libro/CD e tráz a história, discografia e CD de nada mais nada menos que: Cartola.  A primeira edição Foi Noel Rosa e a Segunda Lamartine Babo.

A música brasileira é incontestável  e uma das maiores expressões artísticas nacional que reside não só no passado, mas também influencia a nova geração da música atual perpetuando-se mais ainda em nossa cultura.

 Se quiser saber mais sobre essa Coleção ou sobre os cantores mais consgrados que deram origem a esse fantástico muitod musical, acesse:

http://raizesmpb.folha.com.br/vol-1.shtml

É incrível como a vida nunca sofre um retrocesso. Às vezes ela estaciona mas nunca regride. Talvez mudar seja progredir, ou colocar um ponto final e recomeçar diferente, uma metamorfose talvez, ou nada disso.

Há quase 14 anos a banda Cordel do Fogo Encantado vem trilhando seus caminhos dentro do teatro e da música, respectivamente. Suas músicas retratam a vida do povo nordestino, suas dificuldades, sua seca, suas alegrias, angústias, lamentos. Era um pouco de vida em nós, pobres mortais, muitas vezes carentes de realidade, envoltos pela imagem construída e receosos do “pouco”.

Nesses 14 anos de estrada, os “Encantados”, fizeram nascer a cultura, a poesia, o teatro. Todos viram, até mesmo aqueles que estavam cegos de olhos mas que pocos puderam experimentar. Loucos mais loucos de Deus. Semeadores de um universo imaginário real.

Mas nada se acaba! O Ser humano é constituído de necessidades, de quereres particulares comuns ou incomuns. Não acredito numa evolução, mas creio noutro foco. Um olhar gradativamente [des] anuviado, impaciente e vivo, carinhoso e solícito para vida que segue ininterrupta até depois da vida.

Pare. Eu quero descer!

Com muito pesar, o pronunciamento de Lirinha, sobre o fim do Cordel do Fogo Encantado.

“Com a permissão dos Encantados, sempre:

Anuncio a minha saída da banda Cordel do Fogo Encantado.

São 14 anos de trabalho ininterrupto (11 anos de banda e 3 anos de Peça Teatral de mesmo nome).

O grupo que é independente desde a sua origem, com integrantes do sertão de Pernambuco (Arcoverde) e do Morro da Conceição (Recife) se Tornou uma das bandas mais ativas do cenário de shows da música brasileira. Isso aconteceu com uma mensagem Emitida entrega total dos participantes ea da verdade.

É com muita dificuldade que redijo essa informação, Devido ao imenso amor que eu sinto pelo público e pelos meus companheiros / Guerreiros do projeto.

Revelo, por respeito aos que Acompanham-me, a minha Necessidade vital de Trilhar Novos Caminhos.

Ajudei um Desenvolver um dos espetáculos mais originais da cultura pop do país e é com esse sentimento de orgulho que sigo em frente.

Com a certeza de que o fogo da nossa poesia e da nossa música nunca se apagará e que nossa força é infinita.

Forte Abraço, “

José Paes de Lira, Lirinha.

O problema é que o estudande de jornalismo é hoje só “jornalista”. Ele não se considera um PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO e limita suas funções, pois acredita que está se formando - sem regulamentação, que fique bem claro – apenas para trabalhar em jornal impresso, televisão e rádio. Quanta mediocridade heim! Já está mais que provado que jornalismo impresso, televisão e rádio não sustenta a família de ninguém. Fontes seguras me garantiram que trabalhar nesses veículos além de não compensar financeiramente falando, é um imenso desgaste fisico. A saúde vai “pro saco”, o relógio vira o maior inimigo e os processos os campeões de audiência da frágil saúde dos jornalistas que atuam nessas áreas.

É claro que escolhemos essa profissão por amor, disso não há dúvidas, por que só amando mesmo, mas temos que concordar que vivemos em um país capitalista e fazer coisas só por amor é atestar nossa insanidade mental.

Todas as áreas profissionais dependem de uma comunicação clara, ampla e direcionada para funcionarem. Hoje existe no mercado profissionais da comunicação que atuam em áreas empresariais de empresas de diversos segmentos e que entendem que a comunicação é o caminho para uma organização de sucesso. Ao passo que aumentam às exigências dos clientes, um gestor de visão tende a explorar novas formas de atender essas exigências visando um melhor atendimento e satisfação desse cliente que tem opção cada vez mais. É ai que entra o profissional da comunicação ou mais especificamente o jornalista. O papel do comunicólogo nas organizações tornar  as relações empresa, colaborador, mídia e cliente mais estreitas e saudáveis possivel. Nessa amplo nicho comunicacional podemos destacar o assessor de comunicação, que não só é responsável pela imagem da empresa em relação às mídias, como também elabora ações internas de comunicação voltadas para os colaboradores e externas voltadas para os clientes visando oportunidades de crescimento, profissionalização e visibilidade.

Cada vez mais os profissionais de comunicação se especializam em comunicação empresarial e assessoria por ser uma vertente da comunicação mais lugrativa e menos frustrante. O piso salarial do jornalista de tv, rádio e impresso de Rio Preto hoje É UMA VERGONHA”, como diz o ‘ilustre’ Boris Casoy. Não é de se espantar, afinal que profissional em Rio Preto ganha maravilhosamente bem? Só mesmo os organizadores de Rodeios e Micaretas, críticas à parte. Para provar meus argumentos em relação a visão limitada dos jornalistas recem formados e estudantes quanto ao foco profissional, deixarei logo abaixo o link do piso salarial do jornalista no estado de São Paulo, mas não se iludam, nem tudo que parece é.

É importante termos consciência que jornalismo não é só tv, impresso e rádio, essa visão limitada e deturpada precisa acabar, não só visando salários, mas também realizações pessoais, no entanto, as vezes penso que esse direciomento seja totalmente consciente pois o país enfrenta hoje um apelo aos 15 minutos de fama que indiretamente atinge o ego nada minúsculo do brasileiro: “preciso estar na mídia!” E é aí que surge a prostituição profissional. Ainda não me conformo de um jornalista como o Pedro Bial apresentar o BBB. Ah! Talvez ele nem era tão bom assim, mas…

Para finalizar este emocionante relato, deixarei uma reportagem do portal comunique-se. com.br de denúncias do sindicato dos jornalistas sobre problemas nas condições de trabalho na rede Bom Dia e TV TEM.

A repostagem esta disponível no link http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D55177%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D65204133201%26fnt%3Dfntnl

Abaixo alguns links interessantes sobre assessoria de comunicação e comunicação empresarial.
http://www.comunicacaoempresarial.com.br/
http://www.aberje.com.br/
http://www.fenaj.org.br/

Para saber o piso salarial da categoria acesse de preferência com um chá calmante do lado: http://www.fenaj.org.br/pisosalarial.php#SP

Sindicato denuncia problemas nas condições de trabalho na rede Bom Dia e TV TEM

Da Redação
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo exigiu melhores condições de trabalho para os jornalistas que atuam nas empresas do grupo Traffic, composta pela Rede Bom Dia, TV Tem e Diário de S. Paulo. Segundo a entidade, os profissionais do grupo reclamam de acúmulo de funções, remanejamento e demissões.Na TV TEM, por exemplo, o número de jornalistas diminuiu, com a demissão de quatro profissionais e a transferência de colaboradores para outras praças. Segundo o sindicato, o remanejamento dos jornalistas para outras cidades tem sido feito sem nenhum tipo de subsídio ou aumento salarial para arcar com despesas de transporte, aluguel ou maior custo de vida. Diante dessa situação, a entidade diz que muitos profissionais se demitem, mas não são substituídos, o que eleva a carga de trabalho para os que permanecem na empresa.O grupo Traffic já foi denunciado ao Ministério Público do Trabalho por obrigar repórteres cinematográficos a conduzirem viaturas da emissora diariamente, arcando, inclusive, com as multas de trânsito. Além disso, os profissionais se queixam de ter de trabalhar para mais de uma mídia, tanto para os jornais impressos como para os portais de notícias da rede.“Os jornalistas ficam desgastados pelo acumulo de funções, isso tem acontecido em toda a rede, por isso queremos conversar com eles para entrar num acordo”, conta o presidente do sindicato, José Augusto Camargo.Aumento de PJs
Outra denúncia da entidade é o aumento sistemático do registro como Pessoa Jurídica (PJ), o que impede benefícios como FGTS, férias, 13º salário, cobertura do INSS para aposentadoria e atendimento médico.
Contra a acusação, o grupo se defende e diz que não é responsável diretamente por todos os parceiros, empresas que usam somente o nome e a estrutura da rede. O sindicato classifica a alegação como uma “desculpa”, já que o grupo divulga que possui a maior rede de jornais do País, ao somar todos os parceiros.

Procurado pela reportagem, o departamento de Recursos Humanos do grupo disse que não tem conhecimento desses tipos de reivindicações, mas que está aberto para discutir o assunto com o sindicato.

Nesta última quarta feira, 3 de fevereiro, o Rio Preto teve o prazer de Receber no palco do Sesc, o trio Sinhá Flor eo Quinteto Dona Zaíra, com seu irreverente forró e entregue a tradição do forró pé de serra.

A três moças graciosas, junto a alegria contagiante do quinteto masculino enriqueceu Outrora uma cultura esquecida e que hoje retoma seu lugar em meio aos jovens riopretenses. Esse ritmo nordestino contagia cada vez mais nossa cidade. Dança quem sabe, quem não sabe, quem acha que sabe, até os mais tímidos se atrevem um agarrar na cintura de suas companheiras para arriscar um “dois pra cá, dois pra lá”. E ai vira festa!

Para saber mais sobre o trio SINHÁ FLOR eo Quinteto DONA ZAIRA acesse:

http://www.myspace.com/triosinhaflor
http://www.donazaira.com.br/template.php

Confira as fotos!

Dia 6 e 7 de fevereiro acontecerá a 4ª EXPO TATTO que tem como objetivo promover a confraternização entre a classe e a disseminação da cultura como expressão artística, desmistificando o “[pre]conceito”.

Há muito tempo a tatuagem vem derrubando obstáculos impostos pelos conceitos deturpados de beleza e preconceito que indicavam a prática como marginal, no entanto, a abordagem da tatuagem hoje atinge níveis artísticos que a introduzem dentro dos conceitos de beleza não estereotipados, e como forma de expressões artísticas “vivas”.

Além de atrações como concursos de tatuagens com os melhores tatuadores de Rio Preto e região, os visitantes concorrerão a tatuagens e body piercing, tirarão duvidas sobre cuidados necessários, remoção e novas tendências.

Preocupados com a responsabilidade social, o evendo destinará 10% do dinheiro arrecadado na portaria à Cruz Vermelha do Haiti.

Participe!!!!!

Para mais informações ligue ou acesse:

(17)3305-9293

www.superarttattoo.com.br
www.portaltattoo.com
www.sarkosi.com

Tudo parecia bem calmo. Cansada, dormi muito rápido e acordei de manhã sentindo o cheiro da chuva. Pensei em como era bom dormir ouvindo seu barulho. Nem sei quanto tempo a chuva durou, mas tempo o suficiente para que o chão mudasse de lugar.

Naquela noite a natureza emitiu seu grito mais alto em São José do Rio Preto. Na verdade a natureza já vem dando seus gritos ao redor do mundo, só que estão todos muito ocupados e surdos para ouvir. Fala-se muito em presevação do meio ambiente, sustentabilidade mas se faz muito pouco. O alto consumo, o desperdício cada dia maior e mais acelerado está acabando aos poucos com a relação natureza / sociedade.

Acompanhando pela televisão os desastres que vem acontecendo nos últimos 4 anos, temos a impressão de que aqui, em Rio Preto, desastres “naturais” estão longe de acontecer. Grande engano, não acontecem apenas longe daqui, e de naturais esses desastres não tem nada.

As imagens a seguir são da última enchente que aconteceu em Rio Preto deixando dois mortos e ruídos que ecoam e amedrontam todos os riopretenses sempre que um raio cai em alguma parte da cidade.

 

É um prazer compartilhar com vocês mais um trabalho. Dessa vez foi o casamento dos queridos Carina e Gabriel realizado dia 12 de dezembro de 2009 na igreja da redentora. Nem sei se eu deveria falar isso aqui, mas como a espontaneidade é uma das minhas características mais marcantes lá vai: esse foi o primeiro casamento que fotografei. Pois é, venho a três anos, des do primeiro ano de faculdade, me aproximando da fotografia. Não posso deixar de citar aqui duas pessoas que me incentivaram muito,  a fotógrafa Nathalie Gingold minha amiga e irmã querida que amo muito e ao meu queridissimo amigo e professor de fotografia e cinema Hunfrey Borges.

No dia fiquei muito insegura, afinal era o primeiro evento que exige muita diciplina e um olhar educado para a captação dos momentos cruciais. No making off da noiva fui ficando a vontade com ela e com situação e daí para frente tudo fluiu muito bem .

Fotografei com minha camera, uma Canon 20D e a objetiva usei uma tele 75/300 em alguns momentos e uma 18/55 em outros. A maioria das fotos foram feitas sem flash, no entanto,  foi necessário usa-lo em alguns momentos, mas eu o dispensava na maioria das vezes, pois pelo menos para o making e a igreja a luz ajudava muito.

No inicio achei que meu equipamento era “fraco” para esse tipo de evento, mas depois, quando vi as fotos e o resultado que mosdestia à parte me agradou pelo fato de ter sido o primeiro, compreendi que ter um equipamento bom é fundamental, mas sem sensibilidade o equipamento e a técnica tornam-se meros coadjuvantes desses momentos tão únicos. E claro, sensibilidade que se conquista com muito empenho, auto crítica, ótimas referências, creio eu .

Como uma boa crítica de mim mesma, acho que estou longe de ter essa sensibilidade a flor da pele que falo, com dedicação, estudo e tempo (rs), chego “lá” .

Fiquem agora com alguns momentos de Carina e Gabriel!

Parabéns aos noivos !

Agradecimentos:

Felipe Carvalho
Hunfrey Borges
Carina e Gabriel
Macaco – Vulgo Fernando (rs)

Brotas !

 O ano de 2010 começou com grandes mudanças para mim. Decidi que esse ano viagens farão parte da minha vida. Talvez tenha sido uma decisão um pouco precipitada de minha parte, afinal não é comum – pelo menos na minha vida –  decidir em menos de um mês colocar uma mochila nas costas e sair por aí com pouca grana, um roteiro e alguns telefones. Santa internet, tenho que admitir ! 

A primeira coisa era decidir  cidade, depois definir um roteiro, ver horarios, fazer contatos e finalmente pegar estrada. A cidade escolhida foi Brotas – SP, uma cidade do interior paulista com mais ou menos 22 mil habitantes e segundo o senso do IBGE com um crescimento populacional de 2% por ano  . Com uma vegetação esplendorosa, Brotas conta com inúmeras cachoeiras que fazem dela um atrativo para aqueles que gostam de aventura.    

O sossego é uma das caracteristicas de Brotas. Podemos dizer que Brotas é uma cidade pacata, é claro que quando aparecem por lá loucos de mochila para pegar ônibus rural eles estranham um pouco, mas aos poucos se aproximam, afinal esses loucos são completamente normais. Uma curiosidade sobre Brotas é que o cantor Daniel é de lá, e segundo um morador da cidade no lançamento do filme Menino Da Porteira, protagonizado pelo próprio Daniel, o cantor comprou o único cinema da cidade, reformou completamente e ficou por lá durante 4 dias recebendo a população e os artistas que foram prestigiar o filme.   

Entre uma conversa e outra, tive o prazer de conhecer alguns malucos,  e para mim essa é a grande loucura de colocar o pé na estrada . Conhecer pessoas, lugares, fazer coisas imprevisíveis que torna qualquer coisa uma festa, mesmo que esta festa se passe dentro de uma barraca em uma noite de chuva, ou só ficar sentada no banquinho admirando uma lua cheia que iluminava tudo. 

Esse foi meu ano novo. Um ano novo cheio de energia, alegria, esperança. Tive a oportunidade de conhecer belíssimas trilhas, cachoreiras e estabelecer de fato uma ligação necessária com a natureza. Natureza essa que na verdade é inerente a nós e no entanto muitas vezes esquecida e maltratada. Pude sentir um ar diferente, sentir aquela água pesada em minhas costas e enfim renovar minhas energias. 

Nessa era de urbanização e tecnologia que ultrapassa fronteiras, é imprescindível conectar nossos “USBs” aos ”USBs”  da natureza. Quem sabe assim as promessas de preservação e projetos de sustentabilidade saiam do papel e dos discursos e floresça em atitudes concretas e conscientes. 

 ”Pé em Deus e fé na Taba” !!!!

  

 

 

A cada dia que passa eu me supreendo mais com a comunicação. No primeiro ano de faculdade ouvi algo como “a comunicação é o quarto poder”. Isso me veio a cabeça essa semana. Tenho ouvido sobre um tal de colheita feliz para cá, colheita feliz para lá, até  uma amiga  me perguntar se eu fazia parte, e eu sem entender bulhufas perguntei:

- Do que se trata essa tal de colheita feliz?

Imediatamente, toda empolgada e com os olhinhos a brilhar, ela me explicou que se tratava de um jogo disponivel no orkut onde você monta uma fazenda, planta, colhe , compra gado, mata animais para vender a carne,  rouba a colheita do amigo ou simplismente o ajuda a cuidar dela, e assim por diante, de modo que você adquira moedas mediante compra e venda do gado, de suas carnes, da colheita em geral.

Tummmmm !

Pois é . Muito legal. E daí? Fui obrigada a ouvir – não da minha amiga – um sonoro “eu não tinha nada pra fazer, fiquei a tarde inteira roubando a colheita dos outros, matando e vendendo meu gado, meus porcos…”

Quem me conhece deve imaginar como eu fiquei. Não tenho como descrever a perplexidade que minha alma experimentou. Eu sei, eu sei que não posso sair por ai vomitando minha revolta em relação a alienação que algumas pessoas se deixam povoar. É claro que sugerir um bom livro seria um tremendo clichê e soaria pseudo intelectualismo de minha parte, enfim isso não vem ao caso.

Já não basta morar em uma cidade onde a cultura imperante é a da micareta, exposição e festa de peão – nada contra, eu juro – ainda tenho que me deparar com essa tal de colheita feliz? Feliz para quem?

Será que as pessoas não se dão conta do tempo que isso toma? E não é só isso. Colheita feliz trata-se de um jogo, assim como todos os jogos. É a corrida para o nada. Acumula-se fases, moedas e assim gradativamente.

Colheita feliz simula uma realidade. Lá você tem as obrigações de um fazendeiro. Precisa plantar, cultivar, matar o gado, os animais em geral para comercializar sua carne (para mim essa foi a pior parte, e olha que não sou vegetariana). É um jogo alienativo, que faz com que acreditemos que estamos nos socializando. E estamos, com um aplicativo, que nos oferece uma realidade totalmente pronta, onde precisamos apenas colocar as coisas em seus devidos lugares. O que mais me impressiona são os sites, blogs e outros, diponíveis com dicas de como jogar esse “brilhante” jogo.

A tecnologia é uma ferramenta de comunicação que vai além do nosso entendimento. É inaceitável para mim, o uso da tecnologia para o fim único de divertir. Acredito que para que algo funcione e contribua socialmente, oferencendo poder de decisão e formação de opnião,  precisa estar além do simples objetivo da diversão. Se divertir é ótimo desde elucide uma consciência, uma ideia, enfim, algo de útil.

Assim como a colheita feliz, os reality shows estão ai para única e exclusivamente nada. O que há de interessante entre 10, ou 12 pessoas dividindo um belo espaço, usufruindo de conforto e dificuldade previsível? Não há nada de interessante, a não ser para eles que saem de lá com dinheiro, carros, prêmios e além disso faz com que as emissoras arrecadem a cada “show” pelo menos uns OITO MILHÕES por semana, com ligações. E de quem são essas ligações?

Não há limites. “Se não podemos  mudá-los junte-se a eles.” É assim que pensam as mídias. A liberdade tão desejada outrora, impera hoje sim. Quem pode dizer o contrário? Podemos falar o que pensamos em qualquer lugar, consumimos exatamente o que impõe nossas vontades, vontades construidas e ordenadas pelas mídias. Essas que nos oferecem os reality shows, a colheita feliz, a fazenda.

Somos constantemente chamados de idiotas, no entanto, nem nos damos conta disso. Claro, afinal para que a mídia quer que pensemos? Bobagem! Vamos deixar a mídia, os meios de comunicação – para não dizer o gorverno, e isso acabar sendo um relato ideológio –  pensar por nós, afinal, pensar é uma coisa tão chata, trabalhosa e toma tanto tempo.

Vivemos uma necessidade desenfreada de consumo. Consumimos mais do que o mundo pode oferecer. O tempo é cada vez mais escaço. Já não temos tempo de frequentar a casa das pessoas, é mais facil adiciona-la no msn, do que andar 2 quarteiroes. Longe de ser uma crítica a tecnologia, afinal, sou uma usruária assídua do orkut, blogs, e-mails, msn, mas acredito ainda no olho no olho. Proponho uma utilização consciente da tecnologia. Uma espécie de dominação sobre a máquina e não uma escravidão invísivel de nós.  Mas não é uma propostas coletiva, uma obrigação, uma imposição. É mais. Trata-se de uma consiência de si mesmo, individual, pessoal. Uma forma de se olhar e ver de fato, removendo essa névoa de ilusão que muitas vezes toma conta de nossos “quereres”.

Poético demais talvez. Mas a questão maior é manter e deixar aflorar cada vez mais nossa sensibilidade de compreender a tecnologia como motivadora de um processo de transformação único,  que torna nossas ações sensíveis a nós mesmo e ao outro, de forma que essa tranformação provoque significativas e notáveis mudanças de comportamento. Comportamento esse necessário para uma sociedade igualitária e justa.

Ideologia? Não ! Apenas uma opnião!

Tenho dito !

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Muita água, pouca roupa e muitas fotos! O bolo do Valmir foi preso na entrada mas as barrinhas de cereal nos salvaram, ou pelo menos tentaram. A Mona tadinha, sem comentários rs. Cada tatuagem, dread, rebolation, era um flash. Ainda consigo ver um casal de mãos dadas, como que coladas, andando dançando como se procurassem coisas no ar. Nem quis entender, rs!

Percebi que minha loucura não passava de minha. Eu era só mais um pontinho colorido imperceptível na multidão que já não era tão “ão” assim, afinal já eram 11 horas da manhã do domingo. Também não estava lá para ser percebida. Estava trabalhando e muito. Tanto que até aprendi o rebolation. É quem diria!

Foi minha primeira vez em uma Rave, confesso que antes era totalmente tomada pelo preconceito, mas percebi que cada um tem uma maneira de se divertir e fritar, seja lá qual sua Vibe.

Só espero profundamente, que o segurança tenha passado muito mau com o bolo do Valmir ! Brincadeirinha!

Confiram as fotos da 17ª Alien Trip, que aconteceu dia 10 de outubro em São José do Rio Preto.

Agradecimentos:
DJ Luid
Site: http://www.inbeat.com.br/site/
Organização Alien Trip
Mona Luizon
Valmir Mandeli

Galera, uma dica super especial para aqueles que adoram cinema! Recebi de um amigo o triller de uma produção Brasileira que segundo alguns sites tem estréia marcada para 30 de outubro de 2009. A produção é “Besouro – Nasce um heroi” de João Daniel Tikhomiroff.

A história é baseada na vida de  uns dos maiores, se não o maior, capoeira que o Brasil ja teve.

É uma honra para mim indicar essa produção aqui no Liquidificador. Amo a capoeira e sou suspeita a falar, pois tenho adoração pela cultura negra.

Então fiquem com um pequeno aperitivo de “BESOURO, NASCE UM HEROI” !

Olá!

Enfim as gravações de A caminho do céu terminaram. Tenho acompanhado os e-mails da equipe e está tudo muito quieto. De vez enquando um e-mail aqui outro ali, posts novos no blog do filme mas  a saudade ainda teima.

Saudade do companheirismo, do “ação” da Bia, do nervosismo dela e da insistência que são de se admirar. Mas o filme já está pronto, montado para ser mais exata. Falta pouco!

E para matar um pouco dessa saudade decidi postar umas fotos das últimas gravações da nossa fabulosa aventura.

Confiram!

No próximo dia 29 de agosto, sábado, acontece em Rio Preto na Cervejaria Riopretana, a segunda edição de uma festa que fez o maior sucesso: REGGAE NIGHT II.

Atrações:

Buguinha Dub – Engenheiro de som da banda NAÇÃO ZUMBI
Banda Chá de Lua
DTR e DJ BOCKA: “Da cabeça pro PC”
MC Neguinhomundo – (Rio Grande so Norte)

Organização: Patola Roots

Local: Riopretana
Informações: (17) 3238-2100

Não fique de fora !

 

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Estavamos em casa, uma chuva caia lá fora e fazia um frio que só um chocolate quente e um bom cobertor de orelha para dar jeito. Como cobertor de orelha não era possivel, a menos que domissemos juntas, olhamos uma para outra e dissemos quase no mesmo instante: “Vamos fazer umas fotos?”

Poucos minutos de arrumação!

Por causa do cabelo da Fran,  a primeira coisa que me veio a cabeça foi um ensaio inspirado em Janis Joplin, mas não deu muito certo. Resolvemos então transitar entre a menina-mulher. Algo bem diferente dela, que na maioria das vezes, embora a meiguice no olhar, é a fúria materializada.

Aproveitamos tudo que vimos pela frente, e para não dizer que em nada era a Fran que lá estava, tentamos de alguma forma fazer com que ao mesmo tempo o que não parecia a Fran, fosse parte dela: os intrumentos musicais. Violão que em alguns momentos do ensaio ela dedilhava algumas notas, meia lua, afoxé, enfim,  todos que fazem e não parte de um mundo do qual ela faz parte, o mundo da música.

 Nesse frio nada típico de Rio Preto, dois corações quentes, fazendo da imagem e do amor que sentimos, uma forma de arte para  sair  da inéncia e  do nada pra fazer !

Sintam o calor !

 

Além dos tempos! Suas músicas são assim. Letras que ainda hoje não se entendem em função de sua magnitude como compositor. Hoje faz exatamente 20 anos que Raul Seixas morreu.

Meu telefone tocou. Era  um querido amigo, Sergio Galliza, do Rio e fã de Raul que me disse:

- Flávia, cabe uma homenagem a Raul Seixas! Hoje faz 20 anos que ele morreu, não deixe passar!

Meu pai é músico. Quando novo era e ainda é fã de Raul. Quando eu era pequena me lembro dele cantando maluco beleza em casa. Eu adorava.

Não dá para ser indiferente, por isso, deixo aqui toda minha “devoção”, a um astro Além dos Tempos, porque prefiro não “ter aquela velha opnião formada sobre tudo.”

Um video do Raul ! Curtam !

 

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH ! Primeiro um grito, depois um arrepio de emoção. Um sentimento de que tudo está mesmo dando certo.

 Não tenho palavras para expressar a felicidade que fiquei de ver esse teaser, por isso, tenho o prazer de dividi-lo com os leitores do Liquidificador.

Parabéns Leandro Marcondelli, parabéns Bia, minha querida, e parabéns a todos que contribuiram, e contribuem para a realização desse projeto.

Já estamos na reta final das gravações, e aguardo ansiosamente a exibição desse curta!!

 

Abraços !

Vejam o Teaser :

Ensaio !

Luana Lisboa em uma leitura pra lá de mafiosa. Ensaio inspirado em um dos maiores gangster da história dos Estados Unidos !

Aguardem ! ENSAIOLUANA136

Olá !

Estava demorando muito para que eu colocasse aqui um texto sobre o filme A caminho do céu, por isso resolvi colocar um assim de sopetão. Aliás, fazer as coisas assim sem pensar muito, é uma das coisas que melhor sei fazer, modestia à parte.

Vamos logo ao assunto. A caminho do céu é um filme de Bia Lelles. Conheci a Bia o ano passado quando entrei na faculdade. Fiquei sabendo de sua paixão pelo cinema, e antes disso conversavamos pelos corredores pós-mordernos da Unilago sofre os mais variados assuntos: nossos problemas, vontades, sonhos, sobre o grupo de literatura e bla bla bla. Um dia ela apresentou ao Hunfrey, meu companheiro, um roteiro de um conto que ela havia escrito a alguns anos, e já estamos quase terminando de gravar.

Pois, é, depois de vender escondidinho de mandioca, rifa, (aliás foi eu que vendi a rifa da ganhadora hehehhe), fomos para Ipiguá, uma das locações do filme. Dormimos em barracas, igrejas, carros, (imaginem o meu humor), mas deu tudo certo.

Eu faço o figurino do filme, com a colaboração da Mona, que faz a maquiagem, e do Valmir que trabalha na produção. Tudo tem dado certo, inclusive a peruca, e que peruca. No começo riamos, mas agora, sabe que ja me acostumei com o Hunfrey de cabelo. 

Fazer filme, não é tarefa fácil, em Rio Preto ainda, nem se fala, mas esse sonho que não é apenas da Bia e não é mais um ideal, é uma realidade, realidade essa que cresce a cada final de semana, a cada colaboração, do Marcondelli, nosso maravilhoso diretor de fotografia, que se não acreditasse nesse projeto, dificilmente estariamos produzindo, da colaboração, do Odaval, nosso diretor de arte, da Carla, com sua interpretação mais que perfeita, do Hunfrey com seu empenho, e humor, e até aquelas “estranhas” dancinhas , entre elas catira, imitações baratas do Maycon Jackson, enfim. (rssss)

Colaboração da Gianda, com sua claquete e sua voz rouca que as vezes arrepia (rsss com todo respeito querida), do Helinho com as fotos inusitadas (sem comentários), do Macaco com suas macaquices, da Mayla e nossos momentos de reflexão, da Karol e o seu mau humor que quase se iguala ao meu (o dela é bem maior). Da Valquiria e sua mania de economia, (eeeee menina mão de vaca). Do Rafa com sua voz mansa e cheia de sabedoria, da Karen, nossa santinha, tadinha dela viu.

Antes do findar desse emocionado relato, quero agradecer primeiramente a Deus e as forças positivas que tomam conta das coisas, para que tudo dê certo. Não duvido da capacidade e do empenho de ninguém, mas acredito muito no poder de Deus, e da energia que um grupo como nos temos, e isso mais do que qualquer coisa possibilita que enfrentemos todas as dificuldades que já enfrentamos e vamos enfrentar.

Bom, isso é tudo que eu queria dizer. Quero pedir desculpas por nao ter dito o nome de todos, aliás me comprometo da proxima vez a fotografar todos e colocar aqui no blog, acho que será legal !

Fiquem agora com as fotos de nossas aventuras cinematográficas !

Quem quiser conhecer mais sobre a produção de A caminho do céu, acesse o blog: http://acaminhodoceu-filme.blogspot.com/

Abraços !

Já não é novidade que minha alma tomada pela falta de tempo se ausentasse mais uma vez desse espaço. Mas engano de quem imaginou a ausência de mim uma fuga. Longe disso. A fuga se faz presente nas impressões que tive da apresentação do espetáculo PARAFOLCLÓRICO METAL MADEIRA.

Na verdade a fuga é real, mas é fulga para o encontro da realidade. A realidade de crianças que buscam na arte uma forma de crescimento, consciência e cultura.

As fotos que fiz foi do que realmente vi. A confiança do trabalho bem feito, do orgulho de si mesmo e a consciência do coletivo.

Meninos concentrados, alegres e a espera de um sinal para que do instrumento saia o seu grito de silêncioso daquilo que poderia ter sido e não foi. Já não são mais meninos de rua, são meninos de arte !

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A vida é mesmo uma roda gigante. Gigante no sentido de tempo. Nos encontramos sempre em diferentes lugares, onde cada parada da roda que gira é um momento especial que se desenvolve em nossa vida.

Com um simples escorregar ela se meche e nos coloca  nos altos e baixo de uma vida cheia de paradas. As vezes nos atropela, e as vezes cai perdendo sua rotação normal de seguir.

Em baixo sofremos, em cima sorrimos, e nas laterais sobrevivemos. Será?

Na abertura do FIT, o palco do anfiteatro da Represa Municipal, teve a honra de receber o espetáculo Arcane, da França.

Engraçado como cada um tem uma leitura, uma interpretação de algo. Não fiquei até o final. Estava muito lotado. Parece que todos resolveram sair de suas casas para ver a abertura do FIT. Uns com interesses culturais, outros só pra dizer que viu um espetáculo Frances, ou ainda  para não ficar em casa assistindo Força Tarefa.

Enfim, não interessa o motivo de cada um! O que importa é o que cada individuo daquele sentiu!

Procura-se!

Olá galera!

Por conta de alguns projetos em adamento e a falta de tempo que assola minha vida, acabei por abandonar esse meu espaço.

Estou metida com cinema, assessoria, fotografia, literatura e jornalismo, não necessariamente nessa mesma ordem. De fato vocês podem perceber que tenho justificativas de sobra para explicar esse meu desaparecimento. É claro que estou tentando ir devagar com as coisas e me esforçando para que tudo aconteça no seu devido tempo e com qualidade, por isso a exposição ainda não faz parte dessa coleção de coisas que me atrevo. Exceto fotografia. Essas tenho exposto, porem de uma forma mais amadora – ainda –  quanto a prática.

A novidade é que resolvi cobrir por conta própria o Festival Internacional de teatro – FIT. Eu, Hunfrey Borges e Mona Luizon, fomos convidados, convocados, – não sei bem que termo usar – para fazer um documentário sobre o FIT. Começaremos hoje as gavações e entrevistas, e paralelo a isso resolvi aproveitar essa oportunidade para colocar aqui minhas impressões sobre o evento e consequentemente cobri-lo a meu modo.

É a primeira vez que participo de um evento de tamanha proporção e dessa vez não me permito ficar de fora. Vou lá humildimente fazer o que estou de fato me especializando para fazer: jornalismo. Mas mais do que isso, poderei exercitar a fotografia, a literatura, juntamente com a subjetividade e individualismo que me impulsionam a fazer tudo que tenho vontade.

É isso!

Abraço e espero que gostem da nova cara do Liquidificador!

A Mani, uma pessoa muito querida, me chamou um dias desses para participar da camapanha do abraço. Uma campanha que já existe e que tem como objetivo promover o afeto entre as pessoas. Aceitei na hora, mas não abracei, fotografei.

Num sábado de manha nos encontramos: Mani, Chirley, Fred, Tuts e eu no centro de Rio Preto. E lá, exatamente em meio daquele vai e vem de gente distribuimos abraços com direito a filmagem (Fred) e fotos .

Foi maravilhoso!!!! As pessoas perguntavam o que era, riam, achavam estranho, engraçado! Afinal o que um bando de pessoas vestidas normalmente fazia num sabado de manhã ali no centro? Mas mesmo com todo o estranhamento  vinham crianças, mães com crianças de colo, e os idosos. Ahhhhhh… os idosos! Esses emocionavam muito! Muito Mesmo! Eu não sabia se fotografava ou só olhava e sentia! 

Por muitas vezes observando o que acontecia eu me perguntava, que difilculdade é essa que o ser humano tem de tocar no outro, de trocar um abraço com uma pessoa desconhecida?  

Eu não sei, mas o resultado disso foram muitos, muitos e muitos abraços, que nos fez entender que não precisamos conhecer para abraçar, não precisamos falar a mesma lingua e nem saber ler, muito menos conhecer para amar ! O sorriso e o abraço é uma comunicação que dispensa palavras!

Um grande abraço e sintam-se abraçados com esse post!

Abraços !

 

 

 

Lazy Jane

E agora Lazy Jane !

Lola no vocal, Joja e Naná nas guitarras, Fran no contra-baixo e Furnas na batera! Essa é banda Lazy jane!

Esse ensaio fizemos num domingo dando um role pelo centro de Rio Preto. Foi muito legal por que fizemos fotos bem descontraidas e a energia de todos nesse dia ajudou muito. 

Com dois anos de estrada, a banda Lazy jane vem ganhando espaço no cenário do rock em Rio Preto, com covers de L7, Hole e músicas próprias.

E agora as imagens !

Espero que gostem !

 

 

Ai vai so um gostinho de Lazy Jane! Aguardem! Com música nova e clipe vindo por ai !!!

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Fran Carvalho, integrante da banda Lazy Jane, minha irmã! Bom é complicado falar de uma pessoa que você ama, isso porque “santo de casa não faz milagre”. Esqueçam o clichê!

Somos irmãs a poucos anos, 17 apenas, e pra falar a verdade não nos conhemos bem e se você disser que conhece bem alguém nessa vida, eu digo que te odeio!!

Enfim as fotos tentam passar um pouco do que é Fran, talvez ela seja isso, mas talvez não. Conheço muitas Frans e não conheço nenhuma, acho que nem o Mei a conhece !

Um problema? Não! Isso a torna ainda menos previsível ! E ser prevsível é estar na inércia da própria vida!

Não Fran, você não é previsível ! E te amar não é uma convenção e sim uma escolha!

Abraços !

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